Feira do livro do Pacaembu é o túmulo do entretenimento
Eu sou fã do site Não é Imprensa, embora ainda não possa assiná-lo. E um texto deles me pegou, o Túmulo dos Livros.
O artigo faz uma crítica a feira do livro do mambembe Pacaembu e disserta como esse mercado hoje se preocupa mais em discussões sociolóides do que com sua relevância e sobrevivência.
Noves fora a qualidade das barracas, esse evento virou um espaço para lamurias de um determinado espectro político. Tal qual é o festival de Paraty.
Não basta vender livros chatos e entupir na cabeça dos outros que poligamia é legal, que é bom descriminalizar a droga (mas usar celular é como usar heroína), taxação de ricos, o preconceito, o Trump que vai ganhar eleição e outros blá blá blá. Por isso, esse negócio é um chá de merda.
O povo não quer ver a Tati Bernardi chorando porque fala de luto. O povo quer entretenimento.
Anna Karenina é livro sobre mulher adultera, Memorias póstumas de Brás Cubas fala sobre um safado. Quincas Borba é sobre um possível corno. O Alienista fala sobre doido. Paris é uma festa só tem fofoca de escritor. O Sol também se levanta é sobre um broxa.
Madame Bovary relata uma avarenta. Ou seja, essas são histórias que retratam a sociedade sem essa pompa das elites ou algo para destacar como minoria sofre.
As novelas da Globo também eram assim.
Problema que hoje tudo virou motivo para demonizar quem não gosta e taxá-lo de nazista, facista.
O povo está carente de entretenimento, tanto que todo domingo há quem ria de torta no cabelo.
É preciso matar a sede desse povo e não tratar tudo com base na análise política.
O Mario Prata já afirmara que seu filho, hoje na Folha, deixou de ser cronista para virar articulista.
A crônica era algo para passar o tempo como papo de bar e hoje virou uma espécie de análise de Globo News.
Deixe a Globo News para Globo News e o entretenimento para os livros.
Hoje a Folha destacou a "linguagem travesti". Ou seja, eles querem ser tratados como especiais e privilégios, não querem igualdade
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