A politização da violência
Duas pessoas morreram em um comício nos EUA, e o candidato a presidente, Donald Trump, foi ferido de raspão na orelha. Por centímetros, não morreu. Essa é a notícia.
Mas nesse momento estamos todos já elegendo o Trump como presidente. Agora não é hora para isso.
É hora para proteger os feridos, o local, evitar que pessoas vizinhas ao comício corram risco.
Em segundo lugar, garantir que outros eventos relacionados as eleições sejam seguros.
Só em terceiro ou quarto lugar projetar o que virá nas urnas.
E tudo isso é reflexo da politização da violência e do ódio. Os dois lados se tratam como vitimas, embora um deles tenha o apoio maior da mídia.
Vândalos que atacam obras de arte não são tratados como extremistas, e a opinião popular não é bem vista dependendo de quem ganha.
Quando um vence é democracia, quando o outro é a falácia.
A situação é complexa, mas chamar o outro lado de facista, extremista e istas só geraram mais ódio.
E que vergonha a mídia chamar o caso de "suspeitos" e que "houve barulhos".
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