Americano botou a galera para mam
O John Textor ensinou como deixar várias instituições esportivas de 4. Na quarta, antes do esperado jogo com Palmeiras, a sua assessoria, ou melhor o GE, divulgou uma entrevista verborrágica em que o americano falou um monte de coisas que não sabia. Que a Leila e Ednaldo planejavam investigar suspeitas de manipulação e coisas sobre 777, as quais não tive paciência para ler. Se fosse um "inimigo da democracia", o texto avisaria que o empresário não tinha provas, mas como ele é bom para mídia ter o hype deram o espaço.
Outra frase maluca foi a de que deveria ter um teto salarial no Brasil, que os petrodólares do City farão o Bahia ser campeão 20 vezes. Alguns idiotas endossaram a ideia, mas na realidade se essa ideia prevalecesse qualquer time estrangeiro que dsse um salário 1,4 vez maior já levaria 90% dos jogadores do Brasil. Além disso, essa atitude despencaria inúmeros investimentos ao futebol e mais prejudicaria do que ajudaria.
Aí saiu a imagem de bonecos da Leila e do Ednaldo enforcados. Se um palmeirense o fizesse na hora 9087% da internet chamaria o time de fascista, antidemocrático, machista. Mas como foi o amigo americano ficaram em silêncio.
Depois o time dele ganhou em jogo com algumas polêmicas de arbitragem. Lógico que o arbitro cagou de medo e contemporizou várias coisas ate porque sabia que o pior é outro lado.
Aí o americano ciente de que sua estratégia deu certo, agiu como um entrevistado de podcast e pôs panos quentes.
Nesse jogo deu certo, mas na Libertadores, como brasileiro abre pernas para estrangeiro, essa ideia talvez não dê certo.
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