Textor, o ídolo do homem moderno e bunda mole

É impressionante como em toda rodada de futebol tem os chorões. E eles achavam que o VAR viria como um super homem e evitaria as polêmicas. Mas, como dizem os especialistes, sem polêmica não tem papo no boteco, como se um esporte de alto rendimento e que gera dinheiro fosse criado para ser resumido em papo de bêbado. Como se um erro de arbitragem fosse algo banal para o público como uma acusação de estupro no Casamento às cegas.

Enfim, há lances que são duvidosos mesmo sendo visto várias vezes.  E não dá para o VAR ser 1000% correto, pois as avaliações dependem do posicionamento da câmera e o da imagem. 

Lembre-se de 98 quando Galvão quase pariu um ovo quando o árbitro deu pênalti para Noruega. Aí as caixas de ressonância da Globo repetiram o choro e só pararam no outro dia quando imagem de outro ângulo provou que o apitador estava certo.

Mas o torcedor vai chorar, dizer que ele é a vítima e blá blá blá. Aí obviamente quando o cara é beneficiado diz que roubado é mais gostoso.

Isso porque o bichinho dá torcida deixa o clubista cego, surdo e valentão no Twitter..

Só que os chorões ganharam um ídolo. O Textor com seu relatório baseado em notas de inteligência artificial é evocado toda vez que há um erro ou confusão. 

Textor deveria ser um mau exemplo, pois ao invés de recuperar a moral do seu time e da dor da perda do título montaar um time cascudo preferiu agir como um homem moderno de instagram e culpar o próximo.

Ao invés de montar um time vencedor e mandar todo mundo a merda, como Dunga, quando o Brasil foi campeão mundial, o americano decidiu ser um levantador para os políticos brasileiros e transformar essa briga em um circo. Em algo instagramavel.

E nesse mundo de homens bunda mole e traidores de mulheres bonitas qualquer gritaria serve. Ainda mais se for contra o Flamengo.


Porém a arbitragem não se ajuda. O pênalti dado em cima do Pedro foi a maior vergonha do ano. Aí se falam contra a Edna já sabe.



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