Nova era Trump deve suscitar onda de livros chorões

Donald Trump é machista, racista, homofobico, tudo de ruim e mais um pouco. Mas é nele que o americano escolheu para resolver os seus maiores problemas. Até porque não há ninguém mais americano do que Donald Trump. E ele será o superherói pronto para resolver uma das maiores dores do seu público: não conseguir comprar uma maionese tamanho GG a um par de dólares. A inflação aumentou valores de preços acessíveis para o público médio local que não se conforma, Como eu que moro na maior economia do mundo não posso ir ao Walmart e encher meu carrinho por 100 dólares em paz?

Óbvio que a mídia se incomodou. A  Globo passou a madrugada inteira reclamando da expressiva votação que o laranjão teve.  Expressiva entre os delegados e até no voto popular. Isso após as pesquisas indicarem um resultado apertado.

Mas essa nova eleição do Trump deve suscitar um problema. Se ficou claro que a lacração e o wokismo, fatores que iriam derrotar o vilão, não são sucessos de audiência, por dinheiro, a mídia pode diminuir o bla bla bla ideológico nos filmes e séries e aumentar nos livros.

Isso porque essas obras são mais nichadas e alguns desses leitores gostam de ser enganados não só com a ficção pura. Aí outra dificuldade é que essas obras serão traduzidas  e a galera que ficou magoada com o sucesso do bilionário aqui no Brasil elogiará inúmeras dessas porcarias e em meio a sinopses que falam nada com nada qualquer um pode comprar isso achando que é uma coisa boa. Porque a embalagem pode ser bonita, Podem falar que é uma história sobre um cara que viaja e curte festa. mas lá pela página 50 tem uma personagem empoderada que emporcalha todo enredo.

No Brasil já tem uma onda de livros que falam como o pobre é coitado e vitima da sociedade e inúmeras palestras que endossam isso.

O sucesso do laranjão também suscitará teses babacas de como a esquerda se perdeu e o público "capira" migra para religião como modo de buscar um protagonismo enquanto a classe rica fica mais rica e privilegiada.

Ou seja, a roda do sistema não para. A direita atropela nas urnas, e a esquerda lucra com choro e vitismo.

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