Sobre o fim do mundo da checagem profissional

 Além do pix, outra coisa que encheu o saco na internet foi o anúncio do fim da checagem profissional do que é dito nas redes sociais. Na verdade, essa checagem já era uma puta de uma falácia, porque quem detinha esse protagonismo eram pessoas de esquerda e a gente sabe como muitos deles agem. Xingam de tudo quanto é nome a apresentadora argentina que debochou da Fernanda Torres até forçar a barra para que a moça apague sua página. Aí quando falam do papai Lule ficam cheio de dedos e falam que é ataque contra democracia.

O fim da checagem  não muda nada na prática da vida do cidadão médio. Porém afeta a mídia em um momento de pouco retorno de dinheiro publicitário na imprensa que defende a democracia. Agora como mais uma torneira fechou eles choram.

Engraçado que quando o Musk acabou com a checagem no Twitter, um dos maiores esgotos do mundo, ninguém reclamou. Até porque boa parte da mídia tinha abandonado essa rede.

Agora por mais que reclamem, o fim da checagem só acaba com algo que na prática não prestava para nada. Quem acha que Aids não existe, que a terra é plana e outras maluquices não vão parar porque alguém disse que é mentira.

A questão x é que quem injeta dinheiro para que influencers propaguem suas narrativas seguem por aí criando casos e fazendo os trouxas brigarem. 

O Zuckemberg fez isso porque virou a cadelinha do Trump e sabe que vai ter que mamar conforme a nova dança americana. Por isso, ele mudou o discurso.  Até porque esse cara faz tudo para comer uma buceta (ou satisfazer seu desejo sexual), até criou uma rede social por causa desse desejo.

Agora quem está por trás do Trump, que é só mais um que se aproveita da política para fugir de seus problemas com a justiça?



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